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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

◘ A INDUSTRIA ALIMENTICIA NÃO ESPERAVA QUE VOCE COMPRASSE COMIDA BOA ◘


Sabe, aqui perto tem uma livraria que abriga um pequeno mas delicioso café. O ritual das tardes ensolaradas era comer o bolo de cenoura com calda de chocolate da Zaccara em grupo, antes de responder os últmos e-mails do dia.

Eis que semana passada a geladeira se encheu das cores – tinha kiwi, manga, carambola e banana. Arroz integral nas marmitas, mandioquinha nos por quilo da vida. Pipoca no fim da tarde só se for de panela e feita com pouco óleo.

Não foi por brincadeira que duas de nossas práticas para começar 2016 com o pé direito sugeriam uma transformação no modo como nos relacionamos com a comida. Teve sorvete e cachorro quente, mas também está tendo um esforço coletivo pra que as marmitas sejam uma nova oportunidade de passarmos tempo juntos e pra que não haja relação de culpa em alimentar-se.

Pois parece que não somos os únicos – há algum tempo já se especula a possibilidade de que a geração nascida entre 1982 e 2001, ou millennials, esteja mudando as referências de alimentação. Queremos, sim, conveniência, mas estamos dispostos a pagar pouco mais e se locomover

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distâncias maiores por opções mais saudáveis.

Uma caminhada na feira pode não parecer tão penosa quando as frutas brilham assim

O próprio modelo de supermercados e industrialização do preparo dos alimentos está em cheque não só pelo produto, mas também pelo processo de embalagem e inevitável desperdício de comida decorrente dele. Afinal, num mundo com famílias cada vez menores, as embalagens do pão de forma podem não mais fazer sentido para alguém além das próprias fabricantes, que têm parte de seus produtos jogado no lixo aos fins de todas as semanas.

Ainda assim, caiu como surpresa a boa reportagem que o jornal O Estado de S.Paulo soltou na última sexta-feira na qual afirma que a gradual mudança de hábitos dos millennials está acabando com a indústria alimentícia.

O argumento foi corroborado por dados sobre a Kellog Company, fabricante do popular e açucarado Sucrilhos, entre outros, que sofreu queda de 2% nas vendas de 2014. 

E mais supreendentes ainda são os resultados da Kraft Foods, que amargou queda de nada mais, nada menos do que 62% nos lucros de 2014 – ela é dona de marcas famosíssimas como Heinz e Philadelphia.

Só coisa boa, só vitalidade

Também já havíamos lido também os artigos sobre o limbo do McDonald's, que poderia até ser momentaneamente atribuído ao burburinho gerado pelas denúncias sobre a condição de trabalho de seus funcionários não fossem constantes as notícias das reduções trimestrais de seu lucro.

Que o jogo não está fácil pra nenhuma delas já é fato estabelecido. A pergunta que fica, agora, é pelo quê elas serão substituídas e, se não forem, de que forma se reinventarão.

As tentativas já começaram, pelo menos nas prateleiras dos supermercados aqui do Brasil. Se você der uma olhada nas categorias de pães, bolachas e cereais da maioria deles, vai achar versões fit de qualquer produto. Eu diria que já foi a era do 0% gordura e que a bola da vez é a farinha integral dominar a composição do produto – afinal, tudo bem eu comer biscoito desde que ele não seja de chocolate e farinha enriquecida com ácido fólico, mas sim de cacau e avelã com farinha de arroz.

As quantidades altíssimas de sódio, açúcar e adoçante e baixíssimas de proteínas e fibras alimentares escondidas nos rótulos são geralmente neglicenciadas em favor da conveniência de virem cuidadosamente embaladas em unidades individuais pra levar na bolsa.

Será que estamos trocando seis por meia dúzia? Fato é que em meio à

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cultura da comida pronta, o desafio mesmo é por a mão na massa e
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aprender a cozinhar - e eu não estou falando de fazer o brigadeiro de caipirinha que apareceu em forma de vídeo na sua timeline, mas botar o feijão na panela de pressão e fatiar uma abobrinha pra refogar no alho.

Transformar raízes terrosas em comida pode não ser uma tarefa fácil

De qualquer forma, a reportagem traz dados que não podem senão encorajar os promissores de começo de ano. A redução do lucro dos fabricantes de alimentos altamente processados não é só uma pressão no sentido da melhora da qualidade de seus produtos, mas é também um portal de oportunidades pra diferentes tipos de consumo – alimentos veganos, preparados na hora, crus e até orgânicos.

Esse último mercado vem crescendo tanto no Brasil quanto lá fora

Nos Estados Unidos, a estimativa de 2013 era de que crescesse 14% ao ano no período compreendido entre 2014-2018, mesmo num país no qual 34,3% das crianças e adolescentes obtém uma porção significativa de suas calorias diárias pelo fast food.

mercado vegano também cresce, especialmente porque não é restrito à alimentação mas também à indústria têxtil e cosmética.

Alternativas estão surgindo, e basta que façamos o árduo trabalho de reeducar paladares e cérebros para dar continuidade ao legado millenial.Que possamos, aqui desse lado, continuar comendo o bolo da Zaccara em tardes ensolaradas sem culpa, desde que o arroz integral esteja nas marmitas todos os dias.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

◘ ENTRA EM VIGOR A LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO

04/01/2016 - 20h57

Entra em vigor a Lei Brasileira de Inclusão

Antes conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, nova lei tramitou no Congresso por 15 anos e passou a valer 180 dias após a sanção, garantindo direitos nas áreas de trabalho, saúde, educação e infraestrutura das cidades

A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI - Lei 13.146/15) entrou em vigor no último sábado (02/01). A nova legislação garante mais direitos às pessoas com deficiência e prevê punições para atos discriminatórios. Dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que 45,6 milhões de pessoas afirmaram ter algum tipo de deficiência, o que representa 23,9% da população brasileira.

Entre os direitos garantidos pela nova lei para atender a essa parcela da população, estão a oferta de profissionais de apoio escolar em instituições privadas, sem custo para as famílias, a acessibilidade para pessoas com deficiência em 10% da frota de táxis e o auxílio-inclusão, benefício de renda complementar ao trabalhador com deficiência que ingressar no mercado de trabalho.

Luiz Alves
Câmara Plenário Mara Gabrilli assina lei de inclusão deficiente deficiência
Mara Gabrilli, em Plenário, assina ofício ao receber texto da Lei Brasileira de Inclusão, antes do envio à sanção

A lei também prevê punições como adetenção de dois a cinco anos para quem impedir ou dificultar o ingresso da pessoa com deficiência em planos privados de saúde e a quem negar emprego, recusar assistência médico-hospitalar ou outros direitos a alguém, em razão de sua deficiência. 

A deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP), relatora da proposta na Câmara, salientou os benefícios da lei em vigor. "É um ganho para o Brasil, tanto para o segmento da pessoa com deficiência como para toda a população. Ao promover esse protagonismo da pessoa com deficiência no Brasil, você acaba alavancando todos os setores, já que a lei dispõe sobre trabalho, saúde, educação e sobre infraestrutura das cidades."

Contexto
A proposta, que era conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, começou a ser discutida na Câmara dos Deputados em 2000, com a apresentação do Projeto de Lei 3638/00, do então deputado Paulo Paim. No entanto, esse projeto não chegou a ser aprovado em comissão especial, uma vez que foi apensado a outra proposta (PL 7699/06), do Senado. 

Após passar pela comissão especial, o PL 7699/06 foi encaminhado ao Plenário da Câmara, onde foi aprovado na forma do substitutivo da deputada Mara Gabrilli, que acatou sugestões de diferentes setores da sociedade civil por meio do portal e-Democracia.

Críticas aos vetos
A LBI foi sancionada em julho do ano passado com sete vetos. Entre as medidas, foram vetadas pela presidente da República a reserva de 10% das vagas para estudantes com deficiência, em seleções para ingresso em cursos técnicos de nível médio e graduação, e a adoção do desenho universal no Minha Casa, Minha Vida, o que dispensaria ajustes de acessibilidades nas residências. 

Um dos pontos que geraram críticas é o veto ao dispositivo que obrigava empresas com menos de 100 funcionários a contratarem pelo menos uma pessoa com deficiência. Atualmente, a obrigação - deteminada pela Lei de Cotas (art. 93 da Lei 8.213/91)  - vale apenas para as empresas com 100 trabalhadores ou mais.

A deputada Mara Gabrilli considerou esse veto uma grande perda e afirmou que alguns dos vetos poderão ser apresentados na forma de novos projetos de lei.

"Ao vetar esse artigo, a presidente Dilma demonstra que não acredita na pessoa com deficiência. Além disso, vetar esse artigo e alegar que traria despesa para o País é até motivo de risada, porque não traz despesa a ninguém e foi aprovado por toda equipe técnica dos ministérios", criticou.

Avanço
Na opinião da coordenadora-geral do Movimento Down, Maria Antônia Goulart, apesar dos vetos, a nova lei representa um avanço.

"A gente lamenta que, infelizmente, a lei não tenha sido aprovada na sua integralidade. Mas de qualquer forma, sem dúvida nenhuma é de um avanço muito significativo no sentido de ampliação de direitos para as pessoas com deficiência. Diante da aprovação de um texto tão importante, a gente tem que olhar para a frente e não ficar sempre destacando e colocando mais luz sobre o que ficou de fora", avaliou.

A Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra uma medida prevista na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência que garante a obrigatoriedade de instituições de ensino públicas e privadas assegurarem educação aos estudantes com algum tipo de deficiência. A confederação defende que garantir educação de qualidade a estudantes com deficiência é responsabilidade do Estado e não das escolas particulares.

MAIS DETALHES NO LINK                              

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/DIREITOS-HUMANOS/502371-ENTRA-EM-VIGOR-A-LEI-BRASILEIRA-DE-INCLUSAO.html?utm_campaign=boletim&utm_source=agencia&utm_medium=email


ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem - Bianca Marinho
Edição - Adriana Resende

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

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sábado, 14 de novembro de 2015

◘ RECEITA ◘ PÃO ITALIANO RECHEADO DE QUEIJO, MANTEIGA TEMPERADA, COM ALHO E CEBOLINHA.


Pão Italiano Recheado de Queijo, Manteiga Temperada com Alho e CebolinhaPão Italiano Recheado de Queijo, Manteiga Temperada com Alho e Cebolinha: Receita fácil e saborosa!

Ingredientes:

1 pão tipo italiano
200 g de mussarela fatiada
1 dente de alho
60 g de manteiga amolecida
3 talos de cebolinha picada
Papel alumínio

Modo de Preparo:

Corte o pão em fatias nos dois sentidos, para que formem quadradinhos.
Não passe a faca até o final.

Deixe uns 2 centímetros do fundo do pão sem cortar.
O intuito é que os cubinhos/quadradinhos não se soltem.

Em uma tigela, junte a cebolinha picada, a manteiga derretida e esprema o dente de alho.
Misture bem e reserve.

Vá colocando as fatias de mussarela nas frestinhas do pão Italiano
Em seguida, com auxílio de uma colher, vá preenchendo com a manteiga temperada nas frestas.

No papel alumínio e leve a forno pré-aquecido a 180º por 15 minutos.
Abra o papel alumínio e deixe por mais 10 minutos, ou até o queijo derreter.
Sirva em seguida.

http://receitasshow.net/pao-italiano-recheado-de-queijo-manteiga-temperada-com-alho-e-cebolinha/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+horadoalmocoreceitas+%28Hora+do+Almo%C3%A7o+Receitas%29

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

MUITO INTERESSANTE► Vejam este video - VEJA ESTE VÍDEO - Ingles y Portugues

 VEJA ESTE VÍDEO

 Achei  muito  interessante,  pois  há  anos,  talvez  décadas,  venho  ouvindo  esta  informação  de  pessoas  estudiosas  da  alimentação
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naturalista. É  bom  pesquisar  pessoalmente.  
Não deixem de ver este vídeo e encaminhar a seus contatos. Estas informações podem salvar vidas.



terça-feira, 15 de outubro de 2013

Nanotecnologia cria nova forma de diagnosticar câncer

Nanotecnologia cria nova forma de diagnosticar câncer
A universidade vai patentear o biochip e já está buscando parceiros 
para sua comercialização.[Imagem: Michigan Engineering]
09/10/2013 Redação do Diário da Saúde


Um novo biochip mostrou ser uma das melhores alternativas já desenvolvidas para capturar as fugidias células tumorais circulantes no sangue.
Essas células, liberadas pelos tumores, indicam a presença de câncer, mas ocorrem em quantidades tão pequenas que é muito difícil detectá-las pelos exames tradicionais.
O novo biochip pode não apenas capturar as células, mas também oferecer as condições para seu crescimento, permitindo análises posteriores mais detalhadas.
O avanço foi possível graças a um material inovador, chamado grafeno, formado por uma única camada de átomos de carbono.
Quando totalmente desenvolvido, o aparelho poderá ajudar os médicos a diagnosticar cânceres mais precocemente, fazer prognósticos mais precisos e testar opções de tratamento em células cultivadas sem submeter os pacientes às biópsias.
"Se conseguirmos viabilizar essa tecnologia, ela vai acelerar [o desenvolvimento de] novos medicamentos contra o câncer e revolucionar o tratamento de pacientes com câncer," disse o Dr. Max Wicha, da Universidade de Michigan (EUA).
"As células tumorais circulantes vão desempenhar um papel importante no diagnóstico precoce do câncer e nos ajudar a entender se os tratamentos estão funcionando nos nossos pacientes, servindo como uma biópsia 'líquida' para avaliar respostas do tratamento em tempo real," acrescentou a coautora do trabalho, Dra. Diane Simeone.
Nanotecnologia para exames
Para agarrar as raras células cancerosas presentes em uma amostra de sangue, os pesquisadores criaram uma densa floresta de cadeias moleculares, cada uma equipada com um anticorpo.
Em uma base de silício, eles criaram uma rede de cerca de 60.000 nanoestruturas, cada uma parecida com uma flor de quatro pétalas, que fixa o grafeno e segura os anticorpos com uma densidade nunca alcançada.
"É quase como se cada grafeno tivesse muitos nanobraços para capturar células," disse o pesquisador.
Nos testes, o chip capturou células de câncer do pâncreas, de mama e de pulmão a partir de amostras do sangue de pacientes.
A universidade vai patentear o biochip e já está buscando parceiros para sua comercialização.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Casamento pode ajudar no tratamento contra o câncer

Oncologia  Pesquisa mostra que a presença de um cônjuge faz o paciente diagnosticar os tumores em um estágio mais inicial e seguir o tratamento de forma mais adequada

casados
Na saúde e na doença: pacientes que estão casados quando diagnosticados com câncer têm maiores chances de ter um tratamento bem-sucedido (Thinkstock)
Tradicionalmente, durante as cerimônias de casamento os noivos prometem ser fiéis na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença. Uma nova pesquisa publicada nesta segunda-feira na revista Journal of Clinical Oncology mostra que, pelo menos durante a doença, a promessa pode compensar. Segundo os dados analisados pelos cientistas, pacientes que estão casados no momento em que são diagnosticados com câncer costumam viver mais do que os solteiros.
CONHEÇA A PESQUISA





Onde foi divulgada: periódico Journal of Clinical Oncology



Quem fez: Paul Nguyen, entre outros pesquisadores



Instituição: Instituto de Câncer Dana-Farber, entre outros



Dados de amostragem: 734.889 pessoas que foram diagnosticadas com câncer nos Estados Unidos entre 2004 e 2008



Resultado: Os pesquisadores descobriram que pacientes com câncer solteiros foram 17% mais propensos a ter câncer metastático e tiveram uma probabilidade 53%  menor de receber o tratamento apropriado.
Isso acontece porque os casados  tendem a ter seus tumores diagnosticados numa fase anterior — quando é mais provável que sejam combatidos com sucesso — e a receber um tratamento mais apropriado. “Nossos dados sugerem que o casamento pode ter um impacto significativo para a saúde do paciente com câncer. Nós suspeitamos que o apoio fornecido pelo cônjuge é o que causa essa melhoria impressionante em sua sobrevivência. O companheiro muitas vezes o acompanha em suas consultas médicas e certifica-se de que ele entende as recomendações e segue todo o tratamento", diz Ayal Aizer, pesquisador do Harvard Radiation Oncology Program, nos Estados Unidos, e autor do estudo.
Para chegar ao resultado, os pesquisadores analisaram dados de 734.889 pacientes diagnosticadas com câncer entre 2004 e 2008 e registrados pelo Programa de Vigilância, Epidemiologia e Resultados Finais do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos. Eles se concentraram nos dez tipos de tumores que mais causam mortes no país: câncer de pulmão, colorretal, mama, pâncreas, próstata, duto biliar, linfoma não-Hodgkin, cabeça e pescoço, ovário e esôfago.
A análise constatou que os pacientes que não eram casados — o que incluía viúvos — tiveram uma probabilidade 17% maior de sofrer uma metástase em seu câncer, com o tumor se espalhando além do seu local original. Além disso, tiveram uma chance 53% menor de receber e seguir o tratamento apropriado.
Leia também:


Segundo os pesquisadores, o estudo não deve ser visto como uma apologia irrestrita ao casamento, mas deve servir como uma mensagem clara para qualquer um que tenha um amigo ou um ente querido com câncer. “Ao estar disponível para essa pessoa, ajudá-la a cumprir seus compromissos e acompanhá-la durante todos os tratamentos, você pode fazer uma diferença real em sua saúde”, diz Paul Nguyen, pesquisador do Instituto de Câncer Dana-Farber, nos Estados Unidos, e autor do estudo.
“Como oncologistas, nós precisamos estar cientes dos vínculos sociais disponíveis aos nossos pacientes e incentivá-los a buscar e aceitar o apoio de amigos e familiares durante este tempo difícil" afirma Nguyen.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

ATENÇÃO AJUDA ►PEDIDO DE AJUDA URGENTE A UM PACIENTE


Boa noite à todos os Amigos internautas do Grupo
Estou repassando à vocês na esperança de que vocês também repassem.

E quem sabe esse remédio seja encontrado.

                                     Um abraço à todos vocês!!!!!!!
                                                                                 

Olá amigos, 

Penso que já comentei a respeito do tratamento do meu irmão Jair, em
SP, com câncer linfático (não é leucemia).

Ele já fez a quimioterapia, mas as condições para terminar o tratamento
se complicaram .

A doença felizmente está em remissão, ou seja, tratada, porém as
chances de voltar ainda existem e ele não tem como fazer o transplante
heterólogo (do meu outro irmão para ele, apesar de SEREM compatíveis, coisa muito rara); este é um procedimento agora considerado de alto risco, e ele mesmo não esta conseguindo produzir as células necessárias para o transplante autólogo (colhe-se a medula óssea dele e reimplanta nele mesmo), já foi tentado, mas não deu certo.

Existe um remédio chamado MOZOBIL, importado, porém não registrado ainda na nossa 
ANVISA, cuja importação demora muito tempo para ser realizada.

Este remédio tem a finalidade de ajudar as células do paciente a liberarem as células necessárias para um transplante que possa aumentar suas chances de cura.

Estamos fazendo uma tentativa de conseguir emprestado, VENDIDO, ETC, ou seja, existem ou podem existir pacientes com câncer que já tenham adquirido este medicamento e que não farão uso, muitas vezes sobram medicamentos de tratamento que tiveram melhores resultados, comigo mesma aconteceu isso, eu devolvi ao ambulatório, no meu caso o SUS já distribuia.

Enfim, alguém que possa emprestar 2 (duas) ampolas e assim
que tivermos conseguido a importação devolveremos em dobro até;
felizmente este procedimento informal tem salvado muitas vidas, é uma
forma penosa, porém uma das únicas de driblar a burocracia de
importação de medicamentos, criada pelos cartéis internacionais de
comércio farmacêutico, enfim, peço que se alguém tiver alguma
informação para me dar ou se não, repasse o pedido abaixo para suas listas de contatos:

POR FAVOR, PEÇO QUE REPASSEM ESTE MEU PEDIDO:


"PRECISAMOS DE DUAS AMPOLAS DE MOZOBIL, EMPRÉSTIMO, VENDA, TROCA, 
O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL PARA UM PACIENTE COM CÂNCER LINFÁTICO, COM URGÊNCIA",

(A principio ele usará somente duas ampolas, o tratamento vai até quatro) .

QUEM PUDER OU TIVER INFORMAÇÕES ENTRE EM CONTATO DIRETAMENTE COMIGO,

Aída, pelo email aidamcampos@gmail.com
Desde já agradeço, obrigada.
"Quem não vive para servir não aprendeu a viver"